Por

JÚLIA
LARISSA
DE OLIVEIRA
E SILVA

COMPOR

TAMENTO

A reciprocidade do amor canino

O saudável convívio entre os cães e seus donos

Há quem os trate como entes queridos, os animais de estimação fazem parte de muitos lares. Além de levar alegria, eles auxiliam deficientes visuais em sua locomoção e contribuem para a recuperaçao de pacientes debilitados. Um estudo da Universidade de Pisa, Itália, liderado por Elisabetta Palagi, revelou que os cães são capazes de mostrar empatia com os donos e com outros animais.

 

Os cães perdoam fácil, e diversas vezes conseguem decifrar sinais da estima das pessoas, sabendo quando estão em momentos difíceis. Com tantas explicações sobre por que nos afeiçoamos aos bichos, o comportamento de quem não dá brecha a intimidades com eles parece até fora dos padrões. É o tipo de pessoa, muito comum, que diz “bicho é bicho, gente é gente” e não faz festa para os cachorros dos outros. A distância que eles impõem aos animais, é apenas um traço de personalidade.

 

Os cachorros possuem a capacidade de modificar um ambiente triste com seu companheirismo e fidelidade. Criá-los não é apenas uma grande responsabilidade, mas também uma fonte inesgotável de educação e bem-estar. Por sua natureza, eles são gregarios e usualmente se dão bem uns com os outros. Quando criados como animais de companhia tendem a ser menos barulhentos do que os cães de caça, porque ladrar não é habito conveniente a animais que vivem perto do homem.

 

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Além de bons amigos, os cachorros são excelentes guardas (embora todos os cães possuem qualidades de guardiões, algumas raças são mais indicadas para este fim). Seu olfato apurado e audição ultrassensível servem de radares, principalmente durante a noite, mesmo quando estão no mais profundo sono.

 

O bom convívio com um cão depende muito de sua criação. Ele já nasce com um instinto de defesa e de obediência. Mesmo que não falem, conseguem se comunicar facilmente com os humanos, através de latidos diferentes, olhar direcionado a algo que querem, e com seu choro acompanhado de latidos. Algumas raças quando ficam sozinhas costumam uivar, não por dor ou sofrimento e sim para aliviar um aborrecimento ou um momento de tensão.

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