Por

MARIANA SIQUEIRA

ESPORTE

A preocupação com o legado das olimpíadas

Olho

Sede das olimpíadas, Rio de Janeiro faz as preparações que precisa para os

últimos meses antes do evento. Com mais de 60 países já classificados para os jogos, a preocupação com a infraestrutura promove uma inovação significante que influirá nas gerações futuras. As reformas incluem melhorias no transporte (como a ligação entre a zona sul e Barra da Tijuca), na região portuária, na preservação do meio ambiente, e de cunho social, além de construção da vila olímpica e do Museu do Amanhã.

 

Nas olimpíadas de 2012, em Londres, a cidade sofreu com o inchaço, e não deve ser diferente na capital fluminense que é apontada na pesquisa da empresa de mapeamento e GPS Tom Tom como a terceira do mundo em congestionamentos, atrás de Istambul e Cidade do México. Quanto a isso, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, estima que parte maior da população em 2016 opte pelos meios alternativos que têm ganhado investimento, como o veículo leve sobre trilhos (VLT) e os corredores especiais para ônibus coletivo.

 

A situação de crise coloca a possibilidade de ocorrentes manifestações não pacíficas deixando em risco a segurança. Além disso, a Agencia Brasileira de Inteligência (ABIN) alegou a ameaça de um ataque terrorista do Estado Islâmico. Quanto a essas questões o Ministério da Justiça se posicionou dizendo que a crise não interferirá na segurança, e contra o risco de um atentado foi criado o Centro de Integração Antiterrorismo, contando com 28 cedes.

 

Faltando poucos meses para o início das olimpíadas, a cidade passa pelos eventos-teste. Além de checar a estrutura reservada para os jogos, essa etapa também é responsável por classificar os atletas e equipes que estarão na disputa. O Brasil seráestreante em cinco esportes o rugby, badminton, hóquei sobre grama, golfe e ginástica de trampolim nos quais o país, por ser cede dos jogos tem participação garantida. A preparação da seus últimos passos, mas o Rio de Janeiro só está começando.

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