Por

YASMIN
DE OLIVEIRA SANTOS

CULTURA

Música para todos

O poder da música em nossas vidas. Ela isola ou nos insere na sociedade?

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Para algumas pessoas, o melhor momento do dia é aquele em que pode-se simplesmente desligar do mundo, colocar fones de ouvido e curtir aquela música que os faz se sentir bem. Outros povos costumam dizer que esses seres são antissociais por motivos como esse. Entretanto o que eles não entendem é que, na maioria das vezes, os sons e seus efeitos colaterais, que a sociedade produz, são bem piores que os da música.


Convive-se, diariamente, com discursos de ódio a todo o momento e por motivos fúteis, como exemplo, os outros estarem sempre sendo alfinetados por algo que são (por estar fora do padrão estabelecido), ou pelo que escolhem (como a religião, orientação sexual, ou até mesmo o que vestem), segundo a sociedade, estes serão sempre alguém que não faz parte da mesma por serem diferentes dos outros.


Entretanto, para alguns, no momento em que escutam sua música preferida, eles são capazes de esquecer os problemas do mundo. E não importa qual estilo seja sempre terá um que o povo se sinta incluso em um grupo, no qual eles têm alguém que os entenda, por estar passando pelo mesmo, e que mesmo assim enfrentam tudo de cabeça erguida. Na maioria das vezes as pessoas apoiam-se nesse modelo, pelo fato dele passar uma força de continuar em frente.

 

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Existem músicas que trazem diversos tipos de sentimentos como: alegria, amor, nostalgia, tristeza, raiva, entre outros e que permitem mudar o dia. Para alguns, a melodia ajuda até mesmo no desenvolvimento daqueles que possuem problemas como depressão, distúrbio de fala e/ou de audição ou dificuldades mentais. Através de um método chamado musicoterapia, portanto, é perceptível o quanto a presença musical faz diferença na vida de todos, tanto para melhorar como para manter o bom humor.


Ou ainda, para descrever um momento histórico que já passou ou está acontecendo, ora até mesmo para distrair das mesmices do dia a dia. Tendo isso em mente é importante saber: não é só porque não se gosta de algum estilo musical, que se deve falar mal do mesmo, ou de quem o escuta/produz, uma vez que, para eles, aquela canção faz uma diferença o qual a sociedade não se propõe a fazer.

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© 2015-2016. Criado por Vinicius de Morais Pontes, sob orientação do profº Nilton José dos Reis Rocha. FIC/UFG.